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sexta-feira, 6 de maio de 2011

Quando eu for, um dia desses

Quando eu for, um dia desses, poeira ou folha levada, no vento da madrugada, serei um pouco do nada. Invisível, delicioso. Que faz com que o teu ar, pareça mais um olhar, suave mistério amoroso, cidade de meu andar (Deste já tão longo andar!) . E talvez de meu repouso.

Mário Quintana.

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